
Às vezes somos como as avestruzes. Enterramos a cabeça num imenso buraco negro onde não se poderão encontrar respostas. E, um vez acostumados às vendas e amarras torna-se difícil ver claramente e enfrentar o sol e a vida lá fora.
Tacteando as sensações sinto-me caminhando num mundo idílico...